Os alunos da URCA explanam conteúdo de Biologia - 3º ano - do 1º período. Revisam o Sistema Locomotor e Sistema Nervoso de forma dinâmica e objetiva.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
As famílias que decidiram não matricular seus filhos na escola.
As famílias que decidiram não matricular seus filhos na escola.
Documentário explora a 'desescolarização', modelo escolhido por mães e pais que decidem educar seus filhos longe das salas de aula tradicionais. Conheça as motivações de quem opta pela educação alternativa
O filme é uma busca pelo “desejo inato de aprender”, conforme define a sinopse de divulgação. Ele explora o conceito de desescolarização (unschooling, na expressão em inglês) e apresenta famílias da Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido que vivem ou vivenciaram essa experiência, além de ouvir educadores e especialistas no tema. Também é possível ouvir histórias e conhecer jovens que tiveram uma educação livre, porém, mais tarde optaram por ingressar no ensino formal em renomadas universidades. Segundo Clara, que é mãe de uma menina de um ano e um menino de 6, a intenção não é julgar a escola ou tentar apontar um único caminho, mas mostrar que também existem outras possibilidades para aprender. “O importante é informar para que as pessoas possam escolher, cada um para a sua família”, defende.
Confira alguns trechos da conversa com a cineasta:
Quais foram os primeiros questionamentos que surgiram quando você começou a pesquisar sobre desescolarização?
Quando ouvimos falar pela primeira vez sobre não escolarizar – e não apenas o fato de não ir para uma escola e fazer a escola dentro casa –, não entendíamos como era possível aprender sem a necessidade das coisas serem ensinadas. Estávamos muito formatados e não conseguíamos imaginar fora desse paradigma. Conhecendo as crianças que aprendem de maneira livre, descobrimos que elas aprendem vivendo. Como falou Alan Thomas, professor da Universidade de Londres, durante o filme, tudo o que você precisa para funcionar na sociedade, você vai aprender vivendo. Na verdade, se você vive em uma cultura com livros e coisas escritas nas paredes, no metrô, vai acabar lendo, escrevendo e aprendendo matemática básica – como fazer uma receita para mais pessoas ou dar trocos. Esse tipo de coisa, aprendemos fazendo.
Um dos questionamentos era se os pais precisavam saber de tudo. E na verdade, não. Eu pensava que seria preciso buscar tutores e professores particulares, mas vi que não era exatamente assim. Muito em breve se acham pessoas. Uma aposentada que mora no mesmo prédio pode ficar feliz em partilhar a paixão dela com um jovem. Eles não aprendem a fazer amizade por faixa de idade. Também existe muita troca com outros pais.
De que forma os pais devem estar preparados para isso?
O que os pais [ouvidos durante a produção do documentário] me falaram é que para as crianças aprenderem é preciso viver. O difícil é os pais fazerem um trabalho em si para não criarem muitas expectativas, não colocarem pressão e terem confiança – nas crianças e em si –, o que é muito difícil na vida. Eles reaprendem a ter autoconfiança quando começam a confiar mais nos filhos.
Nas famílias que aparecem no documentário é possível notar uma proximidade com a natureza. Você acredita que a desescolarização tem relação com um estilo de vida próprio?
É muito raro que a desescolarização seja apenas uma opção por uma maneira de instruir os filhos. A vida das pessoas apresenta uma volta para a natureza e a liberdade. Mas muitas pessoas no filme moram na cidade, só que as entrevistas são na natureza porque as crianças passam muito tempo fora. Elas não são presas entre quatro paredes. Quando eu ia conhecer uma família, muitas vezes ela estava fazendo uma atividade fora. Eu até descobri parques públicos em Paris que não conhecia. Foi interessante. Eles têm mais tempo na natureza, é verdade, mas isso não quer dizer que necessariamente moram fora da cidade.
A desescolarização não é possível para qualquer pessoa?
Eu prefiro falar que não é para qualquer um por causa do jeito que a sociedade está organizada. Mas aí existe um problema de sociedade que não tem nada a ver com uma questão de aprendizagem. Se todo mundo seria capaz em uma sociedade natural? Sim. É assim que os mais tradicionais funcionavam. É assim que as pessoas sempre aprenderam: vivendo, olhando, imitando e indo atrás dos seus interesses. Mas na sociedade do jeito em que está, claro que existem pessoas que podem ter alguma situação que não permitiria isso.
Mas eu vejo pessoas que decidiram sair da cidade e ganhar menos no trabalho. Conheci muitas pessoas que viram o filme no cinema na França e me contaram exemplos muito extremos. Uma mãe solteira, com dois filhos adolescentes, contou que eles viveram com 500 euros por mês durante anos. Esse é um exemplo extremo, mas todo mundo poderia. As pessoas reinventam a vida que realmente convém para elas.
As crianças, jovens e adultos não escolarizados que aparecem no documentário apresentam algumas características em comum, como o interesse pelas artes e a criatividade. A educação livre estimula o desenvolvimento dessas habilidades?
Como é falado no filme, toda criança tem essas características de criatividade e imaginação. Você começa uma história e eles inventam o fim. Isso é natural. Eu não acho que a desescolarização desenvolve mais. Mas eu acho que, na maioria das escolas, o fato de os alunos ficarem muitas horas sentados e fazendo o que os outros falam tira uma parte da criatividade. São outras necessidades. São as necessidades da revolução industrial, dessa coisa de escola para todos. Aí você não tem mais muito tempo de imaginação.
As crianças não escolarizadas, pelo menos a partir de observações no documentário, parecem não fazer muita separação entre o tempo do aprendizado e tempo da diversão. Como isso muda a forma de encarar o mundo e encontrar prazer nas coisas que se faz?
A gente não nasce com essa separação. Ela começa na idade em que a gente entra na escola. Minha filha com seis meses parecia que queria andar, e a gente acreditou. Ela estava tão decidida, mas demorou seis meses. Durante esse tempo ela ficou caindo e ficou frustrada, mas era lúdico. Não havia separação: “Agora vou trabalhar e fazer um passo e meio, depois eu vou brincar.” Não. Aprender é brincar; e brincar, o meu trabalho.
As duas coisas mais difíceis que as pessoas aprendem na vida inteira, que são andar e falar, ninguém vai ensinar. “Vamos trabalhar e vamos fazer uma hora de andar. Uma hora de falar português.” Isso não existe. Mas aí chega uma idade, como o Alan Thomas fala, e todo mundo tem que mudar a maneira de aprender. Aí falam “olha, você vai fazer uma coisa que não é sua, mas você vai ter a recompensa e poder brincar depois.” Aí começa a separar. É tão triste.
Alguns especialistas criticam o modelo pela questão da socialização, mas no filme percebemos que as crianças também convivem com outras crianças, jovens e adultos. Como essa mistura de idades diferentes pode enriquecer o aprendizado?
Eu acho que, mais uma vez, entra essa coisa de separação, agora por idades. Como não acontece isso, eu acho que socialização e o isolamento é o primeiro preconceito que cai porque você percebe que é ao contrário. Não é a socialização de estar com 20 crianças que nasceram no mesmo ano, no mesmo bairro (se for o caso de uma escola pública) e da mesma categoria social (se for uma escola privada) onde os pais têm rendas similares. Aí você não tem uma quantia representativa de crianças do seu país.
Um dos pontos que chama bastante atenção no filme é a fala de adultos que tiveram uma educação livre durantea infância e adolescência e, mais tarde, optaram por ingressar no ensino formal em grandes universidades. A desescolarização é um caminho flexível que possibilita entrar e sair dele?
Totalmente flexível. Eu conheço famílias em que um filho vai [para escola] e outro não. Não é uma coisa que você precisa decidir para 12 anos. É um dia de cada vez e o que funciona melhor para a pessoa. Dentro de cada família vai ser diferente para cada criança. Cada criança tem necessidades diferentes.
E como avaliar o aprendizado?
Eu realmente não acho que deve ser avaliado. Tem um fato bem interessante no filme, na cozinha da Naomi [entrevistada no documentário], quando se fala “mas como você sabe que está expondo o suficiente?”. Você vê se a criança está bem. Uma criança que não estaria aprendendo, não estaria bem. Você, como pai, convive com ela e vê se está se desenvolvendo e se está entusiasmada quando acorda de manhã… se está indo à luta. Se [a criança] está, quer dizer que ela está aprendendo o que quer aprender e o que deve aprender. Se você vê que a criança está apagada, aí tem um problema. Se eu tivesse que resumir, unschooling é confiar e escutar uns aos outros. Você conversaria e acharia uma solução. Você veria qual necessidade fundamental da criança não está sendo satisfeita. Você acharia outras maneiras. Mas agora avaliar, não. Quem decide o que vai ser uma matéria?
Eu acho que não só não é necessário, como também não é saudável. Aí que começa perder a autoconfiança. Começa a se comparar com os outros. É uma condicionalidade de dizer que você não é suficiente. Eu adoro uma frase do Einstein que aparece no filme: “Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai passa a vida toda acreditando que é estúpido.”
domingo, 26 de abril de 2015
ATIVIDADE DE ESTATÍSTICA DO 3° ANO A e B
Nessa atividade, sob orientação do professor de matemática Luiz Marcel cada grupo realizou a coleta de informações (peso, altura, IMC) dos próprios colegas de turma, organizaram os dados em classes, construíram a tabela de frequência, desenharam o histograma e apresentaram, fazendo uma análise das informações.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
PACTO - 2015 - ENTREVISTA COM ALUNOS DA EEFM DONA CARLOTA TÁVORA.
Entrevista realizada pelo professor de matemática Luiz Marcel aos alunos Damião Matheus, Luan da Silva, Edilson de Sousa e Cícero Alex do 2º ano A, que falam, no vídeo abaixo, dos seus valores atuais, planos para o futuro e como cada um se imagina daqui 10 anos.
Confiamos em vocês. Esperamos que os desejos de cada um se tornem realidade.
Mas estudem, ok.
Mas estudem, ok.
terça-feira, 21 de abril de 2015
quarta-feira, 15 de abril de 2015
REPASSE DE PRÁTICAS DO 1º PERÍODO - PROFESSORA ARETHA (BIOLOGIA)
1º ANO- BIOLOGIA- Pirâmide Alimentar
ALIMENTOS
CARBOIDRATOS
PROTEÍNAS
LIPÍDIOS
SAIS MINERAIS
ENERGÉTICOS
EX:
REGULADORES
EX:
CONSTRUTORES
EX:
ENERGÉTICOS EXTRAS
EX:
Tipos de alimentos
CARBOIDRATOS: PÃO, MACARRÃO, BATATA, ARROZ, BOLACHA ÁGUA E SAL, BISCOITO RECHEADO, BATATA FRITA, HAMBÚRGUER, LASANHA, PIZZA, PÃO INTEGRAL, DOCES, BOLO, CEREAL
LIPÍDIOS: ÓLEO DE SOJA, AZEITE DE OLIVA, ABACATE, ÓLEO DE GIRASSOL, NOZES, MANTEIGA, CREME DE LEITE, NATA, BACON, TOUCINHO, BANHA, CHOCOLATE.
SAIS MINERAIS: CARNES, PEIXES, OVO, FEIJÃO ALFACE ERVILHA LEITE, LIMÃO, BANANA TOMATE FÍGADO PIMENTÃO CENOURA UVA DANONE PROTEÍNAS: CARNE, PEIXE, OVO, LEITE, QUEIJO IOGURTE, ERVILHA SOJA MILHO AGUA – EXERCÍCIOS
FÍSICOS
2º ANO- BIOLOGIA
CINE-BIO: EU SOU A LENDA
GUERRA MUNDIAL Z
FILMES QUE ABORDAM O TEMA TRABALHADO DE FORMA CONTEXTUALIZADA - VIRUS.
3º ANO - BIOLOGIA.
TRABALHAR COM O TEXTO BASE E GERAR DISCUSSÕES SOBRE O TEMA.
ALIMENTOS
CARBOIDRATOS
PROTEÍNAS
LIPÍDIOS
SAIS MINERAIS
ENERGÉTICOS
EX:
REGULADORES
EX:
CONSTRUTORES
EX:
ENERGÉTICOS EXTRAS
EX:
Tipos de alimentos
CARBOIDRATOS: PÃO, MACARRÃO, BATATA, ARROZ, BOLACHA ÁGUA E SAL, BISCOITO RECHEADO, BATATA FRITA, HAMBÚRGUER, LASANHA, PIZZA, PÃO INTEGRAL, DOCES, BOLO, CEREAL
LIPÍDIOS: ÓLEO DE SOJA, AZEITE DE OLIVA, ABACATE, ÓLEO DE GIRASSOL, NOZES, MANTEIGA, CREME DE LEITE, NATA, BACON, TOUCINHO, BANHA, CHOCOLATE.
SAIS MINERAIS: CARNES, PEIXES, OVO, FEIJÃO ALFACE ERVILHA LEITE, LIMÃO, BANANA TOMATE FÍGADO PIMENTÃO CENOURA UVA DANONE PROTEÍNAS: CARNE, PEIXE, OVO, LEITE, QUEIJO IOGURTE, ERVILHA SOJA MILHO AGUA – EXERCÍCIOS
FÍSICOS
2º ANO- BIOLOGIA
CINE-BIO: EU SOU A LENDA
GUERRA MUNDIAL Z
FILMES QUE ABORDAM O TEMA TRABALHADO DE FORMA CONTEXTUALIZADA - VIRUS.
3º ANO - BIOLOGIA.
TRABALHAR COM O TEXTO BASE E GERAR DISCUSSÕES SOBRE O TEMA.
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Em
busca do corpo ideal: anabolizantes geram músculos sem saúde
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O
espelho reflete músculos enormes e desenhados e no início o corpo escultural
pode dar a impressão de saúde de sobra. Mas o uso indiscriminado de anabolizantes detona a saúde, a despeito do que
pensam muitos freqüentadores de academias e atletas candidatos a
recordistas.
Voz fina, desenvolvimento dos seios e queda de cabelos atacam os homens. Nas mulheres, o aparecimento de pêlos, o engrossamento da voz e outros truques circenses são algumas das conseqüências da ingestão dos anabolizantes. Afinal, estes hormônios sintéticos foram desenvolvidos para tratar certas doenças, com acompanhamento médico rigoroso.
Físico
avantajado seduz jovens vaidosos em busca de afirmação. O apelo é sedutor. O
árduo trabalho de um ano de malhação pode ser facilmente substituído por
ciclos de anabolizantes. O resultado aparece em aproximadamente dois meses. A
força e os músculos de Hulk, porém, vão embora num passe de mágica se o uso
da droga não for contínuo.
Rapidamente,
o corpo perde todo o crescimento artificial produzido pelos anabolizantes.
"É perfeitamente possível conseguir o corpo sarado sem os
esteróides", afirma o professor de educação física e campeão de aeróbica
Paulo Akiau, para quem um corpo saudável e bonito pode ser construído com
alimentação regrada e exercícios organizados.
Embora
os esteróides não melhorem a habilidade, agilidade ou capacidade
cardiovascular, o aumento da massa muscular, da força e da resistência pode
ajudar na performance atlética. Por isso, o uso de anabolizantes é
considerado doping, proibido por entidades esportivas de todo o mundo.
Um
dos casos mais conhecidos é o do velocista canadense Ben Johnson, flagrado
pelo teste antidoping após a vitória e o recorde mundial conquistados na
prova dos 100m rasos nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. Johnson perdeu a
medalha, o dinheiro dos patrocinadores e foi suspenso pelo Comitê Olímpico
Internacional.
Contaminação
por meio de compartilhamento de seringas é um dos perigos dos anabolizantes
injetáveis
Os esteroides podem ser injetáveis ou orais. A forma preferida dos usuários é a
aplicação intramuscular, em que a substância age mais rapidamente do que por
via oral. Mas um perigo adicional está presente entre os adeptos da injeção:
o compartilhamento de seringas, que pode levar a doenças como AIDS e
hepatite.
O
uso médico dos anabolizantes - aliás, o único que deveria existir - é
aconselhável no combate de alguns tipos de câncer, anemia, osteoporose e
hipogonadismo, doença que faz o homem produzir testosterona em baixa
quantidade.
Há
uma fase do metabolismo em que os alimentos são transformados em substâncias
como hormônios e enzimas. Essa fase chama-se anabolismo. Os esteróides são
substâncias sintéticas que reproduzem as características da testosterona, um
hormônio sexual masculino. Seu efeito anabólico está ligado à retenção das
proteínas dos alimentos e é o que contribui para o aumento dos músculos
quando estimulados por exercícios físicos.
Como
são substâncias que imitam as características masculinas da testosterona,
vários sintomas relacionados à virilização podem surgir. Uma série de efeitos
colaterais, tanto físicos como psicológicos, pode aparecer com o uso indiscriminado
de esteroides. Para se ter uma noção das altas doses ingeridas por
fisiculturistas, um homem saudável não chega a produzir 10 miligramas de
testosterona por dia. Há registros de doses até 40 vezes maiores do que as
indicadas terapeuticamente.
Na
contra-mão da saúde: os efeitos colaterais são muitos e perigosos
Um
dos efeitos colaterais mais impressionantes é o aparecimento de
características femininas nos homens. Isso acontece porque, depois de muito
tempo utilizando esteroides, os testículos deixam de produzir testosterona.
"O
uso de testosterona sintetizada ou derivados em excesso para ganho de massa
muscular suprime a atividade dos testículos e causa diminuição da produção
natural do hormônio. Como o homem produz androgênio (hormônio masculino) e também
estrogênio (feminino), ocorre um desequilíbrio. Diminui a testosterona e
aumenta o estrogênio", explica a endocrinologista Luciana Bahia, que
alerta ainda para a possibilidade de afinamento da voz e diminuição dos pelos
corporais.
Pele
- A aspereza é um sinal relacionado à virilização e é irreversível. O
aparecimento de acne e de estrias também é comum.
Calvície
- Acelera o processo de queda de cabelo nos homens e estimula o processo
entre as mulheres.
Comportamento
- Aumento da agressividade é um problema comum. A dificuldade em controlar-se
pode causar sérios problemas sociais e de relacionamento.
Virilização
- O uso prolongado e em altas doses de esteróides pode levar mulheres a
assumir características masculinas, como agressividade, crescimento de pêlos
pelo corpo e face, engrossamento da voz, aumento do clitóris e irregularidade
no ciclo menstrual.
Problemas
cardiovasculares - embora reversível com a suspensão do uso de anabolizantes,
pode ser fatal. O uso de esteróides aumenta o nível do mau colesterol, o que
pode causar a obstrução das paredes das artérias. Está relacionado ainda ao
aumento da pressão arterial.
Ginecomastia
- hipertrofia excessiva das glândulas mamárias do indivíduo do sexo
masculino. O homem com taxa muito alta de testosterona no organismo devido a
esteróides deixa de produzir seus próprios hormônios, o que leva à atrofia de
seus órgãos masculinos e aumento das características femininas.
Crescimento
- O uso de anabolizantes por adolescentes pode dificultar que se atinja todo
o potencial de crescimento, já que os esteróides transformam as cartilagens
de crescimento em osso calcificado.
Rins
- A função de filtrar e eliminar substâncias tóxicas ficará sobrecarregada
após muito tempo de uso de esteróides.
Fígado
- Outro órgão que fica sobrecarregado, principalmente com o uso de esteróides
por via oral, que ainda precisam ser metabolizados pelo organismo. A droga está
ainda associada à formação de tumores cancerígenos no fígado, próstata e
cérebro.
Impotência
- num primeiro momento, há aumento da função sexual. Com o passar do tempo e
o uso prolongado, o homem poderá sentir diminuição da libido, redução do
esperma e dificuldades de ereção. Nas mulheres, após o aumento súbito da
libido, a droga causa também frigidez.
Hormônio
de crescimento também é utilizado indiscriminadamente
O
uso do hormônio de crescimento é outra forma de doping que vem aumentando.
Trata-se de mais um anabolizante cujo uso sem propósitos médicos é proibido.
"Tem efeitos similares aos da testosterona sobre músculos e ossos e
também é nocivo ao aparelho cardiovascular. Além disso, pode causar um tipo
de diabetes conhecido por mellitus", alerta Maria Lúcia Fleiuss de
Farias, coordenadora do curso de pós-graduação em endocrinologia da UFRJ.
O
que tem evitado a maior incidência no Brasil é o alto preço dos hormônios de
crescimento. Por mês, pode gastar-se até quatro mil dólares. E vários efeitos
colaterais também são relacionados a eles, como hipotireoidismo, tendência à
obesidade e aumento de até quatro vezes no risco de câncer de próstata.
Para
Paulo Akiau, quem se alimenta bem não precisa fazer uso de suplementos.
"Por princípios, só utilizei treinamento e alimentação controlada e
conquistei meus objetivos na minha vida como atleta, além de um corpo que me
satisfazia plenamente", garante.
"A
alimentação rica em proteínas de origem animal estimula naturalmente a
produção do hormônio de crescimento pelo organismo e facilita o crescimento e
ganho muscular", afirma Maria Lúcia Fleiuss de Farias.
Portanto,
se o seu objetivo é ganhar massa muscular, deixe a preguiça de lado e mãos à
obra. Procure uma academia de ginástica séria e visite um nutricionista. A malhação
bem feita acompanhada de uma alimentação correta garante resultados saudáveis
e duradouros, sem a necessidade de jogar uma bomba para dentro de você.
Fonte:
CNN
PRÁTICA DO TATO - LIVRO DIDÁTICO
OBSERVAÇÃO DA FORMAÇÃO DA IMAGEM NA RETINA- LIVRO DIDÁTICO
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